A crise de hoje é generalizada e profunda, acelerando o seu impacto sobre toda a vida em nossa biosfera. Muitos agora estão começando a questionar a natureza e a validade da modernidade/sociedade de massa/tecno-cultura. Talvez ela seja o problema, não a solução. Pode ser que a dinâmica desta assustadora e decadente a realidade se inicie com a própria civilização. O que está guiando isto tudo adiante para um não-futuro parece ser mais fundo do que o capitalismo, por exemplo. Temos de encarar momentos verdadeiramente gritantes e começar, juntos, a questionar tudo que foi dado e avançar para soluções que desfaçam o que algumas instituições básicas estão proporcionando.
Quando as pessoas começaram a domesticar animais e plantas há apenas 10.000 anos atrás, nossa espécie começou a deslizar para baixo. Esta é a premissa do movimento anti-civilização, que se baseia em várias décadas de pesquisa arqueológica e etnográfica. Há evidências convincentes de que a domesticação de animais e plantas trouxe efeitos colaterais previamente desconhecidos: hierarquia, a desigualdade de gênero, doença, ricos e pobres, esgotamento do solo e a criação de desertos, e uma série de outros males. Estas tendências negativas continuaram a ganhar impulso, e agora parecem estar levando a uma catástrofe mundial.
John Zerzan é um dos principais teóricos do movimento anti-civilização. Os argumentos de John se baseiam, em parte, numa avaliação da pré-história humana que agora faz parte do currículo padrão da universidade. Contrariamente aos os velhos estereótipos, que descrevem a vida humana pré-histórica como "sórdida, embrutecida e curta", nas últimas décadas os estudiosos têm considerado os nossos dois milhões de anos de existência como coletores e caçadores como a única adaptação bem sucedida humana para o planeta. As origens sozinhas não contêm a solução completa para o porquê do vazio e da deterioração da qualidade de existência social hoje. Mas olhando para como a vida já foi uma vez e por um longo tempo, combinado com a sabedoria indígena existente, podemos apontar para um caminho a seguir.
Quando as pessoas começaram a domesticar animais e plantas há apenas 10.000 anos atrás, nossa espécie começou a deslizar para baixo. Esta é a premissa do movimento anti-civilização, que se baseia em várias décadas de pesquisa arqueológica e etnográfica. Há evidências convincentes de que a domesticação de animais e plantas trouxe efeitos colaterais previamente desconhecidos: hierarquia, a desigualdade de gênero, doença, ricos e pobres, esgotamento do solo e a criação de desertos, e uma série de outros males. Estas tendências negativas continuaram a ganhar impulso, e agora parecem estar levando a uma catástrofe mundial.
John Zerzan é um dos principais teóricos do movimento anti-civilização. Os argumentos de John se baseiam, em parte, numa avaliação da pré-história humana que agora faz parte do currículo padrão da universidade. Contrariamente aos os velhos estereótipos, que descrevem a vida humana pré-histórica como "sórdida, embrutecida e curta", nas últimas décadas os estudiosos têm considerado os nossos dois milhões de anos de existência como coletores e caçadores como a única adaptação bem sucedida humana para o planeta. As origens sozinhas não contêm a solução completa para o porquê do vazio e da deterioração da qualidade de existência social hoje. Mas olhando para como a vida já foi uma vez e por um longo tempo, combinado com a sabedoria indígena existente, podemos apontar para um caminho a seguir.
Link para página de autor em Largue

0 comentários:
Postar um comentário